Holy Burguer

O Holy é, com certeza, a hamburgueria que eu mais vou dada a proximidade ao meu dia a dia e a qualidade.


É aquele lugar que faz tudo certinho, o pão é bom, a carne é boa (no ponto, bem vermelha), as receitas são poucas e boas e o preço é na média desse tipo de negócio.

No começo eu considerava as batatas fritas da casa muito finas, mas, com o tempo, eles deram uma mudada no corte e ficou melhor.

A casa oferece água filtrada como cortesia (+100 pontos extras por isso), tem uma carta de cervejas honesta e a pink lemonade, que virou uma tradição pelas lojas do ramo.

O maior problema do holy é que o espaço não comporta o público que atrai (problema para o cliente, mas, obviamente, motivo de festa para os donos), no almoço ou você chega antes do meio dia ou só depois da 13h30 porque, normalmente, a casa abre a porta e lota. A noite, a regra é esperar.

Eu raramente espero em lugares, busco horários alternativos, mas, no caso do Holy, várias vezes eu cheguei e fui embora porque a fila já tinha se formado.

As sobremesas também valem a pena, eles fazem o pudim na latinha, igual os que as barraquinhas de doce de rua (como as do masp, república, etc) fazem há anos, mas com uma qualidade bem superior, fazem um dos melhores cheesecakes que eu já comi e tem o bolo. O bolo era a única sobremesa da casa que achava fraca, felizmente eles mexeram na receita e ficou com um bom nível.

Sinto falta de pelo menos um milkshake no cardápio, não é obrigatório, mas sei lá, o hábito de outros lugares faz associar a bebida ao lanche.

Se você for e tiver dúvida do que pedir, o Original é uma dos melhores lanches da casa.

Conta: R$ 58,30 (hambúrguer, nugget de frango da casa e pudim) (Março/2017)

Vale? Sim, vale, não chega ao ponto de dizer que o melhor hambúrguer da cidade, mas é tudo bem correto e se você mora/trabalha na região vale muito a pena.

 

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