THE NATURAL WAY TO DRAW – exercício 21: contornos do ângulo correto

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Esse é o vigésimo exercício da série de exercícios do livro do Kimon Nicolaides.

No primeiro post eu falei sobre quem é Nicolaides e qual a linha de pensamento do livro. Se você não viu esse post ele o ponto de partida. Veja aqui.

Veja os cronogramas de exercícios aqui.

Você pode ver todas as postagens sobre o livro aqui nessa tag.

Exercício: o exercício começa igual ao exercício 16 (estudo do ângulo correto), que é um exercício meio chato de fazer porque depende de uma pessoa ou um objeto real. A ideia é observar uma pessoa e imaginar como ela ficaria se você olhasse a partir de outro ponto de vista. A diferença aqui é que depois fazer o estudo por 10 minutos, você fará por 5 minutos o exercício de contornos cruzados (ex. 3) ainda desse ponto de vista imaginário. Feito isso, você deve se movimentar para o ponto de vista que você imaginou e observar se o seu estudo ficou correto ou onde errou. Não é preciso corrigir o desenho, a ideia é só entender.

Observações: nesse ponto Nicolaides volta a falar sobre as linhas e o contorno. Quando a observamos uma pessoa, as linhas que usamos para delimitá-la em um desenho (o contorno) não existem, a menos que você pegue um giz e risque as linhas na pessoa. Para ele é importante perceber que a figura está dentro das linhas e que, na verdade, essas linhas não existem. As linhas, se for pensar sobre elas, são causadas pela figura. Nicolaides diz que ao desenhar uma linha é preciso preservar tudo o que foi aprendido a partir dela. As pessoas veem essas “linhas desenhadas” em todos os lugares, muitas delas são contorno. Pense sobre uma linha como um contorno quando ela tiver a qualidade de contorno, quando ela passa aquela sensação de que se pode passar o dedo por ela, quando ela vem de uma forma tridimensional, quando há convicção de que a linha é causada pela figura. A linha não pode ser só uma demarcação de tamanho, ela deve representar ao máximo tudo que você sabe sobre o que está sendo desenhado.